contribuição para o tema desse mês de fevereiro.
Redesenhando um dino que fiz em 93 nos meus 5 anos,
para o jornalzinho do colégio batista que estudei até o oitavo ano
(meus pais eram professores, fui um aluno-bolsista com muitas interrogações na cabeça... gostava daquela escola).
Sabe, desde essa época era vidradão no mistério sobre os dinossauros.
Não conseguia entender como seres tão grandes viveram nesse mesmo planeta que a gente e depois sumiram... ficava pensando o por que da existência e por que deixaram de existir... se eram bons por que foram exterminados, se eram tão grandes e fortes por que não sobreviveram...

No início do ano estava em Santa Catarina pensei neles novamente...
estava admirado diante de umas dunas; sentindo-me menor ainda de quando tinha aqueles apenas cinco anos acima!
Perto de tanta areia imaginei como seria ser um dino e tentei me fazer grande o suficiente no meio daquilo tudo. Os traços com a prancha de sandboard apesar de bem cavocados ainda ficaram fracos e finos... e apesar do esforço e suor, de longe o desenho
ficou tão pequeno comparado ao que eu já havia observado... saco cada dia mais coisas a respeito da minha forma de ser e sano cada vez mais dúvidas quando volto a encarar tudo como uma criança encararia e assim entendo a real mesmo do crescimento/amadurecimento diário.
Segue também duas pinturas em aulas do Calil em 2008.
abraços




